De acordo com o CEO Ian Cunha, a gestão em saúde é o que define se a experiência do paciente será previsível e digna ou marcada por ruído, demora e insegurança. A atenção costuma se concentrar em tecnologia e estrutura física, mas, na prática, a liderança é o eixo que organiza fluxo, comportamento e padrão de cuidado. Experiência do paciente não é apenas bom atendimento.
Ela inclui tempo de espera, clareza de informação, continuidade do cuidado, coordenação entre serviços e sensação de acolhimento. Esses elementos são resultado de escolhas gerenciais: como o serviço é desenhado, como a equipe trabalha e como a rotina é sustentada. Se você quer entender como a gestão melhora a experiência do paciente sem depender de soluções espetaculares, continue a leitura.
Reduzir fricção melhora cuidado
Boa gestão começa com fluxo. Filas e atrasos, muitas vezes, são consequência de processos mal desenhados, gargalos previsíveis e comunicação falha entre setores. Quando o fluxo é organizado, o paciente encontra menos barreiras e o profissional consegue focar no cuidado, não em apagar incêndios.

Como pontua o fundador Ian Cunha, a liderança tem papel decisivo na previsibilidade: agendas bem estruturadas, critérios claros de prioridade e rotinas de confirmação reduzem faltas e organizam capacidade. Assim, a gestão em saúde melhora a experiência porque diminui o caos do sistema e devolve ao paciente a sensação de que existe um caminho.
O paciente sente o que a equipe vive
Em saúde, cultura é visível no contato. Se a equipe está exausta, desorientada e sob pressão constante, o paciente percebe. Se a equipe tem clareza, suporte e alinhamento, o atendimento tende a ser mais humano e mais consistente. Logo, a liderança influencia diretamente o nível de acolhimento.
Gestão em saúde também envolve comunicação interna. Como destaca o superintendente geral Ian Cunha, quando o time não sabe o que é prioridade, cada atendimento vira improviso. Quando há padrão, o cuidado ganha estabilidade. Em consequência, a experiência do paciente melhora não por carisma individual, mas por consistência coletiva.
A clareza reduz ansiedade e conflito
Uma das maiores fontes de sofrimento em ambientes de saúde é a incerteza. O paciente fica ansioso quando não entende o que está acontecendo, quanto tempo vai esperar ou qual será o próximo passo. A liderança que cuida da experiência organiza informação: sinalização, orientação, explicação de fluxos e comunicação de prazos.
Esse cuidado reduz conflitos, melhora adesão e aumenta confiança. Em última análise, gestão em saúde é também gestão de expectativa. O paciente tolera melhor o tempo quando o processo é claro. Ele se sente respeitado quando recebe uma explicação consistente.
Continuidade do cuidado: Liderança que integra evita repetição e desgaste
Experiência ruim frequentemente está ligada à repetição: repetir história, repetir exame, retornar várias vezes por falta de encaminhamento adequado. Isso ocorre quando não há integração e quando a coordenação entre serviços falha. Assim, gestão em saúde melhora a experiência quando reduz rupturas e garante continuidade.
Integração de prontuário, protocolos de encaminhamento e retorno organizado são exemplos de decisões de gestão que mudam o cotidiano do paciente. Ao mesmo tempo, como elucida o CEO Ian Cunha, essas medidas reduzem desperdício e ajudam a rede a operar com mais eficiência, beneficiando tanto o cidadão quanto o serviço.
Liderança como alavanca da experiência do paciente
Como sintetiza o fundador Ian Cunha, a gestão em saúde melhora a experiência do paciente porque transforma cuidado em sistema: organiza fluxo, fortalece cultura, melhora comunicação e cria continuidade. Tecnologia pode ajudar, mas liderança é o que sustenta o padrão quando o cenário está difícil.
Quando a gestão é madura, o paciente percebe algo raro em sistemas pressionados: previsibilidade. E previsibilidade, em saúde, é uma forma concreta de acolhimento e respeito
Autor: Rodion Sokolov

